O que esperar do próximo iPhone
A TI deve confiar nos dispositivos móveis?
Plantronics cria comunidade de desenvolvedores
Guia de salários: gerentes de bancos de dados recebem até R$ 8,7 mil
Microsoft: Windows 8 chegará no final deste ano
Ah, Facebook, por que não consigo lhe largar?
4G Americas: saiba o que as operadoras devem fazer para atender demanda por dados
ATUALIZADA - Brasil: veja a lista de dispositivos que serão atualizados para Android 4.0
EMC lança mais de 40 produtos entre hardwares e softwares
Forrester: preparem-se para a segunda onde de aplicativos móveis
ATUALIZADA - Fique por dentro da compra da Motorola Mobility pelo Google
Windows Phone 7: usuários não poderão baixar apps do Marketplace
Nos últimos meses as discussões entre as comunidades Kanban* e Scrum tem ficado bastante acirradas. Esta discussão pegou ainda mais fogo com um post polêmico do Ken Schwaber, um dos criadores do Scrum.
Em seu post no site http://www.controlchaos.com/ Ken afirma que Kanban irá falhar para desenvolvimento de software, pois é recomendável para processos onde há mais regularidade que irregularidade assim como chamadas de serviço, e que Scrum é o processo correto para trabalhos complexos como desenvolvimento de software.
Pior ainda, afirmou que Kanban é uma boa distração, e que o trabalho dele (com Scrum) era para pessoas sérias.
Mais tarde o trecho que mencionava críticas ao Kanban foi retirado, porém o texto completo (como postado na primeira vez) pode ser visualizado abaixo:

Kanban vem ganhando popularidade, pois pode partir do processo atual de sua empresa, sem grandes mudanças iniciais que são necessárias ao implementar Scrum. Kanban pode inclusive ser usado juntamente com um processo não iterativo e incremental como waterfall. Este é um dos pontos que causa grande discussão na comunidade.
Alguns acham que ao oferecer uma solução que não exija uma grande mudança na empresa de antemão a empresa poderá se acomodar e não experimentar os benefícios que Scrum e XP podem proporcionar.
Seria como um personal trainer dizer a uma pessoa que quer ganhar músculos que ela não precisa ficar horas na academia logo de cara, pois irá doer… No lugar disso ela pode fazer pequenas evoluções, treinando menos e avaliando se para chegar a ganhar mais massa a dor que ela vai sofrer vai valer a pena. Pode chegar um momento em que uma pessoa que queria ganhar inicialmente 10 kg de músculos, perceba que para isso terá que treinar 2 horas por dia, que o benefício que terá não valerá a pena, então ela poderá preferir ganhar apenas 5 kg que para ela já seria suficiente.
Pensar no suficiente para cada situação é a base do modelo lean, de onde o Kanban é derivado.
Ganhar 10kg ou 5kg de músculos pode não parecer relevante, mas e se disséssemos que cada kilo ganho estaria diretamente ligado a qualidade de vida e representaria 1 ano de vida a mais?
As empresas devem tomar muito cuidado, portanto, pois a tendência a inércia podem faze-las jamais experimentar os benefícios que os modelos ágeis como scrum e xp trazem para o desenvolvimento de software no dia-a-dia.
No entanto devem ter claro o benefício que querem ter de cada método.
Se seu personal trainer indicar para você um treino de 2 horas, sem que você tenha claro os benefícios disso, ficará difícil suportar as dores no dia seguinte de cada treino. Agora se você visualizar um benefício palpável a longo prazo como 1 ano a mais de vida ou até estética, isto poderá motivar a sentir as dores, se você considerar que o benefício vale a pena.
O mais importante como disse Alistair Cockburn em seu “Juramento da não-lealdade” é “considerar ideias vindas de todas as escolas e tradições com o objetivo de encontrar aquelas que melhor se encaixem em cada situação”.
*Note que quando falamos de Kanban nos refirimos ao sistema Kanban para desenvolvimento de software, adaptação do sistema de monitoramento e melhoria de processos de produção da Toyota para software, feita pelo David Anderson em seu livro: “KANBAN, SUCCESSFUL EVOLUTIONARY CHANGE FOR YOUR TECHNOLOGY BUSINESS“.
Referências
Kanban e Scrum – obtendo o melhor de ambos
Dizer sim ao Kanban não significa dizer não ao Scrum
Ricardo Fernandes Luiz trabalha com desenvolvimento de sistemas desde 1998. Formado em engenharia de telecomunicações e com MBA em gestão empresarial pela FGV, é sócio da Nitroweb Informática, empresa voltada para soluções web, além de sistemas de gerenciamento de rede (SNMP), marketing por Bluetooth, entre outros. Desde 2009 foca sua carreira em práticas ágeis de desenvolvimento e, atualmente, também é consultor e coach em gerenciamento de projetos com foco ágil para a Stefanini IT Solutions. Neste espaço, detalhará os processos de Agile
Conscientização e Dicas de Segurança da Informação
Anderson Santana
Artigo: Proteção de Dados
Dirty & Ugly Web
Paulino Michelazzo
Caiu na rede
Internet Upgrade
Victor Maeda
Ataques DDos aos bancos brasileiros.
Inovação, tecnologia e futurismo
Bráulio Medina
SIRI, MAJEL, EVI - Colhemos os frutos da semântica e inteligência artificial
Mundo RIA
Zaedy Sayão
Construindo Mobile Apps com Sencha Touch e Phonegap - Parte 1