A TI deve confiar nos dispositivos móveis?
Guia de salários: gerentes de bancos de dados recebem até R$ 8,7 mil
Microsoft: Windows 8 chegará no final deste ano
Ah, Facebook, por que não consigo lhe largar?
4G Americas: saiba o que as operadoras devem fazer para atender demanda por dados
ATUALIZADA - Brasil: veja a lista de dispositivos que serão atualizados para Android 4.0
Google finaliza compra da Motorola Mobility, mas garante Android aberto
Microsoft libera kit de desenvolvimento do Kinect for Windows
Brasil: Galaxy S III deverá custar R$ 2.099
Novos rumores apontam para iPhone de quatro polegadas, diz jornal
Intel quer 300 mil desenvolvedores no Brasil
Google Knowledge Graph: como ele muda a pesquisa
Na última semana estive envolvido em dois eventos e várias reuniões relacionadas ao uso de cloud computing e SaaS no contexto do processo de desenvolvimento e entrega de software.
O assunto é muito interessante e já vemos algumas empresas ganhando “tração” nesse novo modelo para instrumentar o processo de desenvolvimento.
Muito se fala nas vantagens econômicas do modelo de SaaS (Software As A Service), onde ao invés de comprar licenças das ferramentas o cliente aluga as mesmas de acordo com a sua necessidade. É claro que no longo prazo o aluguel de licenças é mais caro que o valor equivalente de compra-las, mas a flexibilidade do modelo SaaS pode trazer outras vantagens econômicas ligadas ao cronograma de desembolso, natureza da despesa (Opex x Capex) e custo do dinheiro no tempo. Outra vantagem econômica clara é a possibilidade de adequar a forma de gasto com o cronograma financeiro dos projetos. Ou seja, se o projeto cresce o número de licenças cresce com ele não sendo necessária a compra antecipada de capacidade. O mesmo vale quando o projeto entra na sua fase final, quando o número de membros no time começa a diminuir e a necessidade de ferramentas cai.
Nesse modelo de aluguel fica muito fácil alocar o custo direto do uso de ferramentas a cada projeto sem a necessidade de rateios de software e hardware por projetos que muitas vezes nem acontecem ao mesmo tempo. Esse aspecto sozinho já é um diferencial importante e muitas vezes decisivo para organizações que vivem de projetos.
Além do aspecto econômico mencionado, há dois outros que são igualmente ou mais importantes que aquele. São eles:
1) A elasticidade, ou capacidade de colocar um ambiente em produção e/ou retira-lo em uma fração do tempo requerido na forma tradicional de compra, alocação e implantação de ferramentas em uma infraestrutura específica.
2) A padronização no uso de ferramentas por todas as equipes distribuídas dos projetos.
Esse dois aspectos trazem inúmeras vantagens aos projetos, profissionais e times e são poucos explorados pela mídia.
Separadamente, ou em conjunto, eles podem trazer vantagens econômicas que superam em muito a diferença dos valores de compra e aluguel.
Afinal, quanto vale para a sua orgaização iniciar um projeto em horas ou dias ao invés de semanas?
Voltaremos a esses dois pontos em posts posteriores.
Fiquem ligados!
Roberto Argento cursou Física na PUC Rio e o MBA Executivo em Marketing no IBMEC, RJ É fundador e instrutor do C2ES - Centro de Competência em Engenharia de Software em Petrópolis, RJ. Atualmente cursa o programa de \"Master of Science in Advanced IT and Business Management\\\" da University of Wales, através do Robert Kennedy College em Zurich na Suiça. Ocupa o cargo de Diretor Executivo na PrimeUp, empresa focada na economia e engenharia de software. Neste espaço, espera discutir temas relacionados ao desenvolvimento e entrega de software, como gerenciar e medir sua eficiência e seus riscos.
Conscientização e Dicas de Segurança da Informação
Anderson Santana
Artigo: Proteção de Dados
Dirty & Ugly Web
Paulino Michelazzo
Caiu na rede
Internet Upgrade
Victor Maeda
Ataques DDos aos bancos brasileiros.
Inovação, tecnologia e futurismo
Bráulio Medina
SIRI, MAJEL, EVI - Colhemos os frutos da semântica e inteligência artificial
Mundo RIA
Zaedy Sayão
Construindo Mobile Apps com Sencha Touch e Phonegap - Parte 1