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A cultura influencia diretamente na forma como interagimos na vida pessoal e no modelo de negócio das empresa e essa regra não é diferente quando o assunto é cibercrime. Em entrevista exclusiva ao IT Web, Raphael Labaca, especialista em educação e pesquisa do laboratório de segurança da Eset na América Latina, explicou os aspectos regionais dos ataques – ou, ao menos, tentativas de ataque – no mundo cibernético.
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Sobre diversidade cultural, Labaca entende bem. Filho de uruguaios, o brasileiro (sim, brasileiro), já morou na Alemanha e está sediado, atualmente, na Argentina. Dividido entre os países, o jovem executivo vê, de perto, o movimento das ameaças no mundo. Sua visita de outubro ao Brasil, por exemplo, ocorreu exatamente para a apresentação em universidades de métodos de segurança na web.
No caso da América Latina, Labaca explica que a principal dificuldade ainda é em relação à punição dos envolvidos. “A região não é muito exemplo”, comentou, explicando que o processo investigativo está mais apurado do que o punitivo, já que não há um código penal que tipifique cibercrime. A Câmara Federal brasileira, por exemplo, aprovou em maio último projeto de lei que tipifica crimes de internet, o Projeto de Lei 2793/11. O documento ainda precisa passar por outras instâncias, até chegar à sanção presidencial, para se tornar lei, mas já foi tido, por especialistas, como desatualizado.
Abaixo, a lista de “etiqueta” dos crimes cibernéticos, conforme a região:
Labaca deixou claro que o fato de cada país despontar uma tendência mais comum de ataque não restringe o tipo de ocorrência. O malware as a service, por exemplo, que é a modalidade de pay per use para o aluguel de botnets com intenção de ataques de spam e DDOS (distributed denial-of-service). “Não é possível restringir, mas com certeza existe um comportamento mais comum”, finalizou.
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