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Na mesma semana em que a Apple informou que mudaria sua política de segurança, como forma de proteger os dados do usuário, uma notícia publicada pelo The Wall Street Journal mostra que o Google teria se valido de códigos secretos para coletar dados de usuário da rival. Conforme o The Wall Street Journal, o comando coletava informações vindas so Safari, o navegador da Apple, para otimizar sua venda de publicidade.
Conforme a notícia, após ser contatado pelo veículo para comentar o assunto, na última quinta-feira (16/02), o Google desativou a função. O gigante teria assumido o uso de técnicas especiais para vigiar os usuários, mas que não havia nada de “nefasto” nos métodos.
“O jornal descaracteriza o que aconteceu e seu motivo”, disse um porta-voz em um comunicado. “Nós usamos funcionalidades conhecidas do Safari para fornecer recursos que usuários do Google tinham permitido. É importante salientar que esses cookies de publicidade não recolhem informações pessoais.”
O porta-voz do Google disse que a prática está em vigor desde o ano passado e que ele seguia apenas os usuários que optaram voluntariamente para ver os anúncios que refletiam seus interesses pessoais.