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O vice-presidente sênior da fabricante, Tae-Jin Kang, afirmou, em entrevista à Forbes, que esforços para integrar as duas plataformas móveis estão a caminho. Porém, a Samsung ainda não decidiu se será interessante misturar seus dois sistemas operacionais Bada e Tizen – este, por sua vez, aberto e criado em parceria com a Intel.
“A Samsung e outros parceiros da Tizen Association ainda não tomaram uma decisão sobre fundir o Bada e o Tizen”, afirmou um representante da fabricante para a InformationWeek EUA. “Consideramos essa opção, cuidadosamente, para fazer com que as plataformas atendam melhor os consumidores.”
O desenvolvedor de plataformas abertas Carsten Haitzler deu outra visão sobre o caso. Para ele, o Tizen implementaria APIs do Bada, o que permitiria que os apps Bada rodassem em dispositivos com Tizen.
Já a Bada afirma que a Samsung é uma parte essencial do portfólio multiplataforma da companhia e “continuará a ter um importante papel em democratizar a experiência dos smartphones em todos os mercados”. A empresa disse ainda que continuará a suportar desenvolvimento de plataformas abertas em parceria com outras organizações da indústria.
Apresentada em 2010 e atualizada para a versão 2.0 em 2011, o Bada é uma plataforma que combina vários pacotes de softwares open-source para dispositivos móveis, com várias licenças diferentes.
O impacto do Bada e do Tizen pode aumentar nos próximos anos, se as taxas de licenciamento de patente tornarem o Android muito amais caro para as fabricantes de handsets.
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