Steve Jobs, cofundador da Apple, morreu na quarta-feira (05/10) aos 56 anos. Em 2003 ele lutou contra um câncer de pâncreas. No início deste ano ele se afastou da companhia que criou em 1976 para cuidar da saúde, mas continuou como CEO. Em 25 de agosto ele deixou o cargo novamente alegando que cuidaria de problemas pessoais.
A morte do executivo causou comoção mundial e fez com que personalidades da política e tecnologia comentassem o assunto. Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, afirmou que “Steve estava entre os maiores inovadores americanos – tinha a coragem de pensar diferente, e era ousado o suficiente para acreditar que ele poderia mudar o mundo, e talentoso o suficiente para fazê-lo.” E continuou. “Steve gostava de dizer que vivia cada dia como se fosse o último. Porque ele fez isso, ele transformou nossas vidas, redefiniu indústrias inteiras, e atingiu um dos feitos mais raros na história da humanidade: ele mudou a forma como cada um de nós vê o mundo.”
Steve Wozniak, o outro co-fundador da Apple, comparou a comoção em torno da notícia a gerada quando o Beatle John Lennon morreu. “É como quando [o Beatle John] Lennon morreu ou o presidente [norte-americano John] Kennedy ou [ativista norte-americano reconhecido pela luta ao direito de igualdade racial] Martin Luther King”
Veja aqui a cobertura completa do IT Web sobre a morte deste ícone do setor.
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