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Cerca de um ano após entrar em operação, a Drimio – rede social focada em marcas – começa a estruturar seu modelo comercial. Baseada na oferta de serviços e inteligência de mercado, a companhia projeta receitas de R$ 1 milhão até o final de 2010.
Escolhida uma das startups de web mais promissoras da América Latina em 2009, a empresa atua como uma via de comunicação entre marcas e consumidores. A plataforma permite compartilhamento de opiniões, ideias e conteúdo.
“As pessoas se conectam a partir das marcas que gostam”, ilustra Salomão Casas Neto, diretor-executivo do empreendimento baseado em Joinvile (SC). A rede social abriga 68 mil marcas e tem cerca de 50 mil usuários cadastrados.
Dentro do esforço de capitalizar o negócio, a Drimio estruturou um portfólio com quatro tipo de serviços, que vão desde de monitoramento das comunidades, interação com os internautas até estatísticas fruto do cruzamento de informações para compor gostos e perfis de determinados grupos de internautas (obviamente sem abrir dados pessoais dos usuários).
“Procuramos fugir da questão da publicidade online. Nosso foco são pacotes de serviços e assinaturas mensais”, reforça Casas, contrariando o modelo preponderante nas empresas nascentes no mundo web.
Um dos serviços, já com adesão, trata dos “representantes oficiais”, internautas vinculados as empresas que monitoram o comportamento da comunidade da marca e respondem dúvidas de usuários. Segundo o diretor, Avon, Skol, Audi, Converse All-Star, Porto Seguro e Tok Stok são alguns exemplos de companhias que utilizam o serviço.
O momento é de muita curiosidade e definição quando o assunto é o uso corporativo das redes sociais. Muitas empresas brasileiras ainda tateiam nesse universo ainda sem uma estratégia clara. Enquanto o modelo amadurece, companhias como a Drimio surfam oportunidades que nascem.
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